Luiz Menezes

Milonga Do Contrabando

Luiz Menezes

Written by Luiz Menezes
Keyboard chords Easy level
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G       F#7                   Bm 
Velha milonga Argentina, Uruguaia e Brasileira 
                       F#7                    Bm 
Contrabandeaste a fronteira, na alma dos pajadores 
            G        F#7                   Bm 
Sempre a falar dos amores, na tua rima baguala 
                 F#7                    Bm 
Se diferente na fala, no cantar de cada um 
 B7                 Em      D             F#7 Bm F#7 Bm 
Tens esta pátria comum, no pampa todos iguala 
Int. 
              G    F#7                   Bm 
Recorrendo a pulperia, velha milonga campeira 
                      F#7                          Bm 
Que nas carpas de carreira, sempre um pinho se destapa 
            G      F#7                     Bm 
Milonga de gente guapa, suspiras num bordoneio 
                        F#7                      Bm 
A história de um tombo feio, de alguma maula judiada 
      B7         Em                 D            F#7 Bm F#7 Bm 
Chamarisco derramada, quando ao cantar de um floreio 
Int. 
             G      F#7                        Bm 
Milonga que noite adentro, vive a rondar os fogões 
                  F#7                      Bm 
Falando em revoluções, em entreveiros de adaga 
             G       F#7                      Bm 
Milonga que não se apaga, do ritual do rancherio 
                   F#7                  Bm 
Que todo índio bravio desdobra meio pachola 
  B7                    Em                D       F#7 Bm F#7 Bm 
Quando ao cantar se consola, bombeando o catre vazio  
Int. 
             G    F#7                   Bm 
Por isso velha milonga, já calejado dos anos 
                      F#7                           Bm 
Vim cantar meus desenganos dos quais não guardo rancores 
               G     F#7                           Bm 
São penas dos meus amores, que fui guardando a lo largo 
                   F#7                        Bm 
Cada um tem a seu cargo, um destino que lhe guia 
      B7           Em       D             F#7 Bm F#7 Bm6 
E as penas são ironia, é o doce do mate amargo 
Int.
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